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16/07/2008 11:53
Nosso novo endereço :
www.amasmorra.zip.net
enviada por d´a masmorra
14/07/2008 19:01
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enviada por d´a masmorra
01/02/2007 20:23
Nosso novo enderêço :
www.amasmorra.zip.net
enviada por d´a masmorra
07/03/2005 20:38
Estavam deitados lado a lado depois do fisting
quando o Mestre a puxou pela coleira e
a arrastou até o banheiro.
O Amo a colocou de costas pra ele e de frente
pra parede. O chão frio naquele mês de maio
quase a congelava.
Ainda de quatro sentiu um líquido quente
em suas costas . Virou-se para Seu Senhor e
aproveitou aquele abraço líquido.
Sentiu-se protegida pela chuva de seu DONO.
Ele molhou seu cabelo, sua cara, seus seios,
sua buceta e ordenou que se masturbasse.
Quando estava gozando, o Senhor voltou a
dar-lhe mais, desta vez no caminho inverso.
Seus fluídos se confundiram e
Tita bebeu o mais que pode daquele
dono liquefeito ...
{tita}_GM
enviada por d´a masmorra
04/03/2005 19:41
Eu queria ter te encontrado num outro momento...
Eu queria ter te dito coisas mais lindas...
Eu queria ter te confortado...
Eu queria ter sido seu porto...
Eu queria ter me dado como planejei...
Eu queria ter te dado uma outra mulher...
Eu queria ter sonhado um sonho inteiro...
Eu queria ter te dado um tempo maior...
Eu queria ter vivido uma história melhor...
Eu queria ter te amado como vc esperava...
Eu queria ter merecido você !!!
enviada por d´a masmorra
16/02/2005 01:45

{trevi}_TtkAmon
SUBMISSA E DEDICADA
Em minhas navegações pelo mundo BDSM, sempre li
muitos artigos, técnicas, idéias, teorias e
conceitos, tudo isto me despertando cada dia
mais o interesse e a percepção de ser um
Dominador. Nada disto teria sentido, se não me
fosse permitido conhecer tão encantadora mulher,
submissa, realmente dedicada e leal. Mostrou-me
com tua vontade, vocação, consensualidade e
entrega, a responsabilidade que o Dominador
tem que ter além de uma maturidade para saber
conduzir a relação. Admiro quando uma advertência
verbal, feita mais asperamente que mostre minha
desaprovação, provoca um intenso castigo, pior
até que uma tortura que possa vir marcar tua
pele. Por mais que eu vasculhe a net inteira,
nunca vou encontrar alguma referencia que possa
expressar tudo aquilo que és para mim, bem como
também não encontrarei nada que possa traduzir
o que quero ser para você. Não quero que esqueças
teu passado, mas sim compartilhes comigo e o
enfrentaremos juntos.
TutankAmon

Há um mês, minha amiga/irmã/amada blancheRJ
em seu blog
http://blancherj.blog.uo l.com.br
postou este texto.
E como se não bastasse, ao som de Ruby,
com Ray Charles !!!
Foi uma surpresa, uma alegria , uma honra !
Uma coleira que há um mês porto e que portarei
com orgulho e a honrarei, enquanto for a vontade
DELE !
{trevi}_TtkAmon
enviada por d´a masmorra
24/01/2005 13:29
CONTO
Um Encontro de Almas
Ela colocou seu vestido mais insinuante
e cuidou de cada detalhe. Das unhas do pé
ao cabelo, tudo fora cuidadosamente
arrumado para ELE.
Ele estava no lugar marcado, na hora marcada.
Seus olhares se cruzaram duas vezes,
sem que ele a tivesse reconhecido,
só quando ela desceu do carro ele a viu.
Foram tomar café.
Mal podiam conter-se completamente fissurados
pela ansiedade.
Foram meses de conversas na rede, chats,
fotos trocadas, poesias, músicas , até acharem
que só faltava o encontro.
Ao chegar ao motel um beijo longo e apaixonado
selou aquele
encontro de almas!
{tita}_GM
enviada por d´a masmorra
12/01/2005 13:24
Sinfonia Inacabada
O Mestre vai até a gaveta e pega um pedaço de linha
vermelha, fina, com 40cm, previamente cortada.
Amarra cada ponta desta linha em um cruzamento
das agulhas. A linha fica pendurada, fazendo
uma ponte entre os seios da escrava. Segurando
pelo centro da linha, o Mestre começa a puxar
em várias direções, com intensidades variadas.
Esses puxões fazem dois filetes grossos de
sangue correrem em direção ao umbigo. O Mestre fica
o tempo todo observando as reações da escrava,
por seus olhos, que brilhavam. Quando viu que
o sangue escorrido já era suficiente, parou e soltou a corda.
Disse:
-Agora você terá a punição prometida. Mas antes tenho
que preparar seu grelo para a punição ser mais efetiva.
Foi até a gaveta e pegou uma seringa plástica,
previamente preparada, com a ponta cortada.
Passou a ponta da seringa sobre a boceta da
escrava, que estava encharcada, e posicionou
a ponta sobre o grelo. Começou a fazer sucção,
deliciando-se com a visão do grelo entrando na
seringa, lentamente preenchendo as paredes
internas da mesma. Puxando lentamente,
observava o grelo entrando. Sabia que, depois de
alguns minutos, o grelo ficaria exposto
da maneira que ele precisava para a punição.
Continuou por cerca de 3 minutos a sugar
o grelo com a seringa. Enquanto isso, com a
outra mão, já segurava a agulha mais comprida.
Sabia que logo após a retirada da seringa, o grelo
ficaria no ponto ideal para ser transpassado com a agulha,
não queria perder nenhum segundo.
Avisou a escrava:
-Vou retirar a seringa e fazer uma penetração lenta,
da agulha, pelo lado direito de seu grelo,
até a agulha atravessa-lo e sair pelo outro lado.
Quero que descreva o que está sentindo, com
perfeição, pois senão repetirei o processo
quantas vezes achar necessário.
Retirou a seringa, o grelo, inchado, continuou
completamente exposto.
Encostou a agulha na lateral e começou a
aumentar a pressão.
A medida que a agulha entrava em sua pele,
A escrava sentia um misto de medo e
excitação. Aquela invasão do metal em seu grelo,
a arrepiava de pavor e tesão.
Sabia que ambos agradavam a seu Mestre
e que Ele adorava puni-la por se excitar
sem ordem. Mas sabia, mais que tudo,
que ver em seus olhos o olhar de medo
deixava o MESTRE mais realizado.
Tentou a descrever o que sentia,
mas não conseguia.
Aquela agulha a perfurá-la
era mais do que podia agüentar.
Pediu permissão a Seu Mestre para gozar.
O Mestre, severo, interrompe a penetração da
agulha e diz:
-Minha escrava não deve ter entendido
bem minhas instruções. Terei que recomeçar.
O Mestre retira a agulha e começa novamente,
pelo outro lado do grelo, mas antes avisa:
-Agora, quero que descreva o que sente, e
não me faça parar, e nem pense em gozar sem minha
permissão. Ou não será uma agulha apenas
a conhecer seu grelo...
A agulha encosta no outro lado do grelo
da escrava, e começa a entrar.
Uma lágrima escorre pelo canto do olho
da escrava. Odiava ser repreendida.
Sentia-se humilhada por desobedecer a seu Mestre.
E sabia que ele havia ficado descontente, mesmo.
Sentia a agulha entrando e uma onda gelada
a lhe percorrer o corpo.
Ainda que decepcionada por ter desagradado
seu Mestre, Lorna não podia evitar a excitação
ao sentir a agulha a lhe transpassar o grelo,
como que num ritual de circuncisão feminina.
O pânico a invadiu, só de pensar.
Mas seu Mestre não a quereria mutilada,
com certeza.Pelo contrário, estava ali a lhe dar
prazer... E quanto ! A medida que a agulha entrava
nela, a sensação de frio ia sendo substituída por
ondas de calor.
Lorna teve que se concentrar para não gozar
e desagradar o Mestre.
Outra lágrima escorreu pelo rosto da escrava
agora de tesão...
As lágrimas excitam muito o Mestre, que satisfeito, diz:
-Ótimo, gostei de seu comportamento.
Será recompensada, mas antes de permitir
seu orgasmo, tenho que fazer uma
última coisa.
Abre a gaveta e pega um cilindro
bem fino, do tamanho aproximado de
uma caneta, com a ponta arredondada,
feito com acrílico transparente.
A escrava sabe onde será usado : na sua
uretra.
O Mestre passa uma boa quantidade de lubrificante
no cilindro, e avisa:
-Vou posicionar o cilindro em sua uretra.
Com dois dedos, separa bem os lábios
da escrava, deixando a uretra bem exposta.
Encosta a ponta do cilindro e começa a introduzir.
Lorna não se lembrava de dor maior nem mais aguda
que a desse instrumento que o Mestre costumava usar
em sua uretra. Quando entrava parecia que estava
rasgando-a por dentro mas aos poucos
aquela sensação horrível de dor ia sendo substituída
por um tesão enorme e ela quase sempre gozava
tocando uma siririca. Agora não seria possível
com aquela agulha a lhe transpassar o grelo.
Mas com certeza o Mestre tinha pensado em algo.
lorna {TC}
Existem , feliz ou infelizmente, coisas inconclusas
em nossas vidas. Este conto foi uma delas.
Escrito a quatro mãos com um Senhor ao qual
pertenci e muito me honrou servir.
Hoje dou por encerrado.
É preciso zerar algumas coisas
para que possamos, livres,começar outras.
enviada por d´a masmorra
10/01/2005 21:10
Sem esperar qualquer reação da escrava, o
Mestre rapidamente segurou o mamilo direito
entre seus dedos, puxando com força. Deixou
a pele bem esticada e com a outra mão,
pegou uma agulha, curta e grossa.
Encostou a ponta da agulha no mamilo e o
transpassou horizontalmente.Um filete de
sangue começou a escorrer, descendo pelo
seio da escrava. Ela sabia do tesão que
seu Senhor tinha por sangue. Chegou a
perceber a excitação física dele.
Ficou feliz que tivesse sangrado...
Sem largar o mamilo pegou outra agulha
e o transpassou verticalmente, formando
uma cruz no mamilo e deixando-o
mais eriçado. Desta vez não sangrou.
Lorna ficou um pouco decepcionada. Fez
o mesmo no seio esquerdo, de onde
brotaram dois filetes de sangue que o
Mestre sugou.
As predileções vampirescas do Mestre
excitavam-na.
lorna {TC}

enviada por d´a masmorra
02/01/2005 20:51
Após calçar as luvas o Mestre abriu a caixa
de agulhas e separou cinco delas. Quatro mais
curtas, e uma mais comprida porém mais fina
que as anteriores. Ele então faz exatamente
o que a escrava temia. Vai diretamente conferir
o grau de excitação, e percebe que a escrava
está extremamente excitada. Isso causou uma
enorme satisfação ao Mestre, porém
ele se controlou e não deixou que a escrava
percebesse. Afinal, ela estava em um momento
de punição, e não cabia nenhum tipo de
misericórdia neste momento.
Colocou as cinco agulhas, uma ao lado da outra,
sobre uma bandeja de aço inox.
Disse solene:
-Sua punição será: Duas agulhas transpassando
cada mamilo, e essa maior será usada em seu grelo.
lorna {TC}
enviada por d´a masmorra
26/12/2004 16:09
O Mestre vai até a mesa cirúrgica, abre a gaveta
e pega sua caixa de agulhas. A primeira vez que o
Mestre pegou em agulhas, Lorna quase desmaiou
de medo. Aos poucos fora se acostumando,
hoje eram suas aliadas. Ela se excitava só ao
olhar para a caixa.
Mas se seu Senhor a estava pegando
num momento de punição, talvez
houvesse novos usos para elas.
Sentia o olhar do Dono, conhecia bem aquele
olhar sádico.
Ficou com mais medo.
Tomara que ELE não me toque agora, pensou,
ao sentir sua excitação escorrer pelas pernas.
lorna {TC}

enviada por d´a masmorra
20/12/2004 02:47
Os soluços de Lorna excitavam o Mestre, que
decidiu de qualquer forma prolongar esse
choro da escrava.
-E ainda por cima chorando, novamente
sem minha permissão?
Ele começa então a andar lentamente, ao redor
da cadeira, entrando e saindo do campo
de visão de Lorna, que não consegue
controlar seu choro.
Fica observando os seios da escrava,
balançando com os soluços, e decide
que a punição começará por eles.
lorna {TC}

enviada por d´a masmorra
12/12/2004 18:57
Com os dedos hábeis o Mestre separa bem os lábios
externos, deixando Lorna mais exposta ainda.
Começa a forçar a abertura, observando toda a
região, inspecionando realmente cada detalhe.
O Mestre percebe a excitação de Lorna, que,
logo no início da sessão, encontra-se ensopada.
O Senhor interrompe o exame e diz:
-Não me lembro de ter permitido que se excitasse
ainda. Como ousa ter prazer sem minha permissão?
Sem saber o que fazer, a escrava abaixa a cabeça
ruborizada. Odiava desagradar seu Mestre ,
mas como não se excitar estando nas mãos dele?
O Mestre continuava a fitá-la sério.
O medo tomou conta de todo seu corpo
e Lorna começa a chorar compulsivamente.
Não era a primeira vez que isso acontecia,
não conseguia controlar o tesão.
E o Mestre sempre a castigava com rigor.
Ela já sabia o que a esperava.
lorna {TC}
enviada por d´a masmorra
05/12/2004 22:05
O Mestre sai novamente e volta empurrando
uma mesinha de aço inox, usada em
instrumentação cirúrgica. A mesa tem
dois andares.No andar de cima vê-se um
pano branco bem esticado, e sobre o pano
diversos objetos aterrorizam Lorna.O
primeiro objeto que chama a atenção da
escrava é seu conhecido dilatador. Ela
já havia visto antes, nas mãos de seu
Mestre, mas nunca o havia usado. Lorna
olha então para o resto do conjunto de
instrumentos, uma mistura de instrumentos
usados em ginecologia e em cirurgia.
Inclusive, lá estão diversos bisturis
e instrumentos de aspecto perigoso.
Lorna sente medo e isso a excita. Na
prateleira inferior da mesinha, ela
consegue identificar objetos de seu
cotidiano: legumes, frutas, uma caixa
de camisinhas, e mais alguns objetos
que ela não consegue reconhecer.
O Senhor se volta para Lorna e diz:
- Vou começar a sessão.
lorna {TC}

foto gentilmente cedida por blancheRJ
enviada por d´a masmorra
16/11/2004 22:44
O Mestre então depila toda a área perto da boceta.
Depois toda a área perto do ânus. Lorna contrai
o cuzinho, toda vez que a lâmina chega próximo
demais... Mas o Dono, habilmente, consegue realizar
a tarefa sem nenhum comprometimento do local.
Findando a tarefa. Joga água abundantemente e,
com uma toalha branca, seca o local. O Senhor
examina o serviço, e acha que ficou bom.
Ele resolve então levantar a parte da frente
da roupa de Lorna. Solta as tiras de pano laterais
e levanta o pano, de forma que apareçam os seios
de Lorna... Lorna percebe que o Amo se delicia
com a visão.
Ele então prende os braços e de Lorna na
cadeira, que até então estavam soltos, com fortes
braceletes de couro, do tipo usado para imobilizar
pessoas violentas.
Isso limita mais ainda os movimentos de Lorna, que
se sente ainda mais a mercê do Mestre.
lorna {TC}

enviada por d´a masmorra
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